Noticias
06/08/2026 - 16h22
Feliz Dia dos Pais!
Os filhos não precisam de um pai perfeito. Precisam de um pai presente.
Milhões de trabalhadores passam mais tempo no trabalho do que com quem mais amam.
Neste Dia dos Pais, reafirmamos uma luta que vai muito além do emprego: o direito de voltar para casa com tempo, energia e dignidade para viver a família.
A todos os pais trabalhadores, um feliz dia!
27/07/2026 - 15h29
Portaria nº 1.316/2026: a CLT continua sendo a regra
O que muda com a Portaria nº 1.316/2026?
- O trabalho aos domingos no comércio continua autorizado pela legislação vigente.
- Para o comércio em geral, o trabalho em feriados dependerá de autorização em convenção coletiva.
- A Portaria, porém, mantém autorização permanente para 15 atividades, como farmácias, postos de combustíveis, hotéis, restaurantes, bares, salões de beleza, agências de turismo e lavanderias.
- Onde não houver sindicatos representativos, a negociação deverá seguir as regras previstas na CLT.
- Novas inclusões ou exclusões da lista dependerão de consulta tripartite entre trabalhadores, empregadores e governo.
Posição do SEC Joaçaba e da FECESC:
Consideramos positivo o reconhecimento de que o trabalho em feriados deva passar pela negociação coletiva. São os sindicatos que podem garantir pagamento diferenciado, folgas compensatórias, escalas equilibradas e condições adequadas de trabalho.
Entretanto, a autorização permanente concedida a 15 atividades não representa um avanço. Mesmo quando determinado serviço precisa funcionar, isso não justifica retirar dos trabalhadores o direito de negociar coletivamente as condições desse trabalho.
Feriado não é um dia comum. Trabalho em feriados deve ser excepcional, valorizado e negociado com os sindicatos.
02/07/2026 - 21h51
Nota da Contracs denuncia cobertura parcial da grande mídia sobre a escala 6×1
A Contracs/CUT publicou uma nota de repúdio criticando a cobertura da grande mídia sobre o debate em torno do fim da escala 6×1. No texto, a Confederação denuncia o tratamento considerado parcial dado ao tema, especialmente na reportagem exibida pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, por privilegiar a visão do empresariado e minimizar a voz da classe trabalhadora. A entidade reafirma que a luta pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários é legítima, urgente e seguirá como uma das principais bandeiras do movimento sindical. Confira a íntegra da nota:
A Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços da CUT, Contracs, vem a público manifestar seu mais veemente repúdio à cobertura parcial realizada pela Rede Globo, por meio do Jornal Nacional, na noite desta quarta-feira (1º), sobre o debate no Senado Federal a respeito da proposta que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada de trabalho sem redução de salários.
Em uma pauta que atinge diretamente a vida de quase 15 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, a emissora optou por construir uma narrativa desequilibrada, tendenciosa e alinhada aos interesses patronais. Ao selecionar as falas exibidas na reportagem, a Globo deu amplo espaço a representantes do empresariado e do chamado setor produtivo, enquanto silenciou, esvaziou ou relegou a segundo plano a voz da classe trabalhadora, justamente a mais impactada pela escala 6×1.
Não houve paridade. Não houve equilíbrio. Não houve compromisso real com a informação. Não houve responsabilidade social.
A reportagem ouviu e destacou argumentos de entidades patronais que tentam transformar um direito básico, o descanso, a convivência familiar, o lazer, o estudo e a saúde, em ameaça à economia. Reproduziu, sem o devido contraponto, o discurso do medo, do aumento de custos, da informalidade e da perda de competitividade, como se a vida de milhões de trabalhadores e trabalhadoras pudesse continuar sendo tratada apenas como despesa na planilha dos patrões.
A Contracs repudia essa escolha editorial. A televisão brasileira, especialmente uma emissora com o alcance da Rede Globo, tem responsabilidade pública. Informar não é selecionar apenas as vozes que interessam ao poder econômico. Informar não é apresentar a visão patronal como se fosse a verdade técnica e esconder a realidade de quem trabalha seis dias por semana, muitas vezes com salários baixos, jornadas exaustivas, adoecimento, pouco descanso e quase nenhum tempo para viver.
A postura da Globo não é nova. Historicamente, a emissora tem usado sua força de comunicação para influenciar a opinião pública em momentos decisivos da vida nacional, quase sempre contra os interesses da classe trabalhadora. Mais uma vez, diante de uma pauta popular, justa e urgente, escolheu o lado dos que podem financiar – pagando bem – o discurso.
Infelizmente, esse não é um caso isolado. A cobertura parcial da emissora da família Marinho reflete a postura de grande parte dos veículos de comunicação, comentaristas e profissionais que se apresentam como comunicadores, mas que tratam a luta pelo fim da escala 6×1 com irresponsabilidade, desinformação e profundo desconhecimento da realidade da classe trabalhadora. Ao reproduzirem argumentos alinhados aos interesses patronais e se negarem a ouvir quem vive a escala 6×1 todos os dias, esses setores também merecem o firme repúdio da Contracs e de todas as instituições representativas de classe.
Não aceitaremos que pessoas que nunca viveram uma escala exaustiva, que não conhecem a rotina de quem trabalha seis dias por semana e que opinam a partir do conforto de seus privilégios tentem desqualificar uma reivindicação legítima de milhões de brasileiros e brasileiras.
Não há neutralidade quando a comunicação escolhe o lado de quem patrocina. Não há compromisso com a verdade quando se transforma direito em ameaça, descanso em prejuízo e dignidade em custo. O jornalismo que se presta a esse papel abandona sua função social e passa a atuar como instrumento de pressão e opressão.
A Contracs seguirá denunciando toda tentativa de manipulação da opinião pública e reafirma que a classe trabalhadora não será intimidada por editoriais, comentários rasos, reportagens parciais ou discursos financiados pelos interesses econômicos de sempre.
O Brasil precisa de menos exploração e mais vida.
Precisa de menos oportunismo, menos manipulação e mais compromisso com a verdade.
A luta pelo fim da escala 6×1 é justa, urgente e seguirá firme até a vitória.
Brasília, 2 de julho de 2026
12/05/2026 - 15h50
Chamada para Assembleia em Capinzal
O Sindicato dos Empregados no Comércio de Joaçaba e Região convida todos os trabalhadores e trabalhadoras das empresas do Comércio Varejista, Atacadista, de Farmácias, pet shops, perfumaria, óticas e artigos médicos e ortopédicos, de Concessionárias e Cooperativas em geral para a Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no município de Capinzal, no dia 14 de maio de 2026, tendo como local o Condomínio Centro Comercial Anibal Ferro, sito a rua Carmello Zoccoli, 150, Centro de Capinzal, às 19h em segunda e última convocação, com qualquer número presentes. A assembleia tem como finalidade a elaboração e aprovação da pauta de reivindicações, bem como reajuste salarial, e demais cláusulas econômicas e sociais para o ano de 2026/2027, a serem negociados com o Sindicato patronal, além de assuntos gerais.
11/05/2026 - 16h44
Fim da escala 6x1 e trabalho aos domingos entram na pauta das assembleias sindicais
As assembleias para retirada de pauta da campanha salarial já começaram, e a categoria está dando um passo importante na luta por mais qualidade de vida e valorização do trabalho. No Sindicato dos Comerciários de Joaçaba, duas novas cláusulas foram incluídas nas reivindicações:
✔ Fim do trabalho no comércio em geral, inclusive supermercados, aos domingos
✔ Implementação da escala 5x2, avançando no debate sobre o fim da escala 6x1
O tema já vem ganhando força também no debate público. Na última semana, diretores do sindicato participaram de debates nas principais rádios de Joaçaba e Herval d’Oeste, defendendo a necessidade urgente de reduzir a sobrecarga da classe trabalhadora e garantir mais tempo de descanso, convivência familiar e dignidade.
Diante do argumento patronal de que “agora não é o momento” para essa discussão, a resposta foi direta: a luta pela redução da jornada não começou agora. Esse debate já está no Congresso há 16 anos e segue sem avanço.
É com mobilização, unidade e participação da categoria que vamos avançar.
O fim da escala 6x1 é uma luta de todos nós!
09/05/2026 - 09h30
Feliz Dia das Mães!
Maternidade e trabalho caminham juntos na força da mulher trabalhadora. Mas esse “dom de cuidar” não é invisível - é trabalho, é dedicação e merece respeito, salário digno e tempo para os filhos. A mão que atende é a mesma mão que luta! Feliz Dia das Mães a todas as trabalhadoras que movem o país!